A Athens Lifelong Learning Institute realizou 5 seminários presenciais na Grécia, com a colaboração da Federação dos Funcionários das Prisões Gregas (OSYE) e das autoridades municipais que disponibilizaram os locais. Uma equipa dedicada de facilitadores ministrou a formação em diferentes regiões do país para garantir que os profissionais fora de Atenas tivessem a oportunidade de participar. Especificamente, foram realizados os seguintes seminários:
Centro Municipal de Nikiforos Dramas, 11/10/2024.
Centro Municipal, Amfissa, 31/11/2024.
Escritórios da OSYE, Korydallos, Atenas, 07/05/2025.
Escritórios da OSYE, Korydallos, Atenas, 23/05/2025.
Escritórios da OSYE, Korydallos, Atenas, 28/05/2025.
No total, 129 profissionais participaram nos seminários. Os participantes provinham de, pelo menos, sete estabelecimentos prisionais diferentes, incluindo o Centro de Detenção Geral da Macedónia Oriental e da Trácia, os Centros de Detenção de Malandrino e Amfissa e o Complexo Prisional de Korydallos. Os participantes ocupavam uma vasta gama de cargos, tais como diretores de prisões, guardas, membros dos serviços sociais (psicólogos, assistentes sociais, sociólogos) e pessoal administrativo.
Os seminários, cada um com uma duração de seis horas, abrangendo todo currículo do Prison Safe, tiveram uma receção muito positiva e um impacto significativo. A formação foi bem recebida e os participantes mostraram grande interesse nos tópicos discutidos. A discussão destas questões no contexto prisional levou a uma maior consciencialização das necessidades e desafios enfrentados pelos reclusos LGBTIQ e à partilha de estratégias para a sua gestão e tratamento respeitosos. A metodologia participativa, que deu prioridade à discussão interactiva em detrimento das palestras, foi muito valorizada. Esta abordagem criou um ambiente positivo em que os participantes puderam expressar as suas preocupações sobre temas sensíveis como as revistas corporais e discutir casos práticos. A formação foi considerada oportuna e altamente relevante, em particular porque o seu conteúdo estava alinhado com as recentes diretrizes nacionais sobre o tratamento de reclusos LGBTIQ emitidas pelo Ministério da Proteção do Cidadão.











